Quem
nunca usou este termo pra falar sobre aqueles que estão entre a infância e a fase
adulta?
Na
verdade um termo pejorativo, diria até maldoso e recheado de pré-conceito.
Apaixonado
por esta fase do desenvolvimento humano como sou não quero aqui me colocar como
um defensor, não, essa não é minha intenção. Antes disso gostaria mesmo é que
pudéssemos refletir algumas questões, juntos.
Não
é nada fácil passar por uma fase onde seus hormônios estão em total ebulição,
os nervos estão à flor da pele (justamente pelo fato anterior), não ter
controle sobre seu próprio corpo (todo adolescente é estabanado hehehe), não
ser mais nenhuma criança para fazer certas coisas, mas também não ser “dono do
próprio nariz” quando quer fazer outras, ter que se engajar em um grupo, etc
etc etc. (CAMPOS, 2002)
Todo
adolescente passa por essas questões seja em maior ou menor escala. A verdade é
que não é nada fácil ser adolescente. Mas, o problema não está em ser
adolescente, muitas vezes o problema está em não se colocar limites na fase de
outrora. Adolescentes que não tiveram limites impostos quando criança tornam-se
impulsivos, com déficit de autocontrole, grande dificuldade em identificar suas
emoções, relações sociais problemáticas, só se preocupam em conseguir o que
desejam sem se importar com os outros, acreditam que seu valor estar no que tem
e não que são (RAMOS-PAÚL & TORRES, 2012), e tudo isso só para dar alguns
exemplos.
Adolescentes
problemas foram crianças problemas!
O
adolescente em si passa por um turbilhão de emoções e sentimentos, está numa
fase de descobertas, mas isso não os tornam problemáticos em si. Mas, o que
podemos fazer se todos parecem querer chamar atenção e nos fazer bobos?
Poderíamos
começar por procurar entendê-los e acolhê-los pois, no íntimo, só estão
procurando encontrar sua identidade e isso é tão difícil e doloroso para eles
como é para nós ter que conviver com a inconstância deles.
Em
breve falaremos mais sobre essa tal ADOLESCÊNCIA...
Até
lá!

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