terça-feira, 21 de abril de 2015

O veneno da intriga...

Um homem, procurou um sábio e disse-lhe: - Preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de... Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou: - Espere um pouco. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? - Peneiras? Que peneiras? - Sim. A primeira é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro? - Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram! - Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? - Não! Absolutamente, não! - Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa? - Não... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar. E o sábio sorrindo concluiu: - Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque: Pessoas sábias falam sobre idéias; Pessoas comuns falam sobre coisas; Pessoas medíocres falam sobre pessoas. (As três peneiras - Sócrates)
É de certo que há várias coisas pequeninas que podem “atrapalhar” um relacionamento, seja ele qual for. Seja amizade, seja entre um casal ou qualquer outro. Mais existe uma coisa que é capaz de devastar um relacionamento de forma permanente embora ela seja bastante sutil e, muitas vezes, camuflada de um “conselho” ou “dica” ou como queiram chamar. É a intriga.
Para que possamos entender melhor vou usar um exemplo:
Digamos que você comece um relacionamento hoje com alguém. Vocês estão felizes, se dando super bem, aproveitando os momentos juntos, tudo lindo!
Então você resolve conversar com um “amigo” ou “amiga” sobre isso e... Você acaba por destruir seu próprio relacionamento. Como?
Essa pessoa cheia de boa vontade também “conhece” a pessoa que está com você. O problema é que cada relacionamento é único. Mas ela pode te dizer, de acordo com o pré-conceito dela, que essa pessoa é meio ignorante, mandona, metida a besta, etc, etc, etc.
O que acontece?
Você passa a ver seu relacionamento à partir daquela lente “distorcida” do seu “amigo(a)” e qualquer coisa que antes era até legal pra você passa a ser visto com outro olhar. O cara te falava como você deveria agir, não porque era mandão e sim dando dicas e você via dessa forma, mas agora... Agora você o vê como manipulador que quer dizer como você deve agir. A garota falava algumas coisas que você até entendia e brincava com a forma nervosinha que ela falava, mas agora... Agora ela é uma pessoa ignorante e insuportável. Resumindo: FIM DE RELACIONAMENTO!
Talvez você diga: Ah, mas isso é para pessoas imaturas, bobas, influenciáveis, etc. Mas eu te digo: Infelizmente não!
Tudo o que você ouve fica guardado no seu “HD” interno que é o seu centro de informações. Quando você se vê numa situação parecida ou que tenha alguma conotação parecida com a que te informaram você, inconscientemente, recorre à ele e age a partir dali.
Então já era? Não tem jeito?
Tem sim. Tem jeito. Graças a Deus. E o melhor jeito é, em primeiro lugar, não dar ouvidos ao que dizem sobre outras pessoas, aquelas fofoquinhas sabe? Deixe pra você mesmo ter a experiência e ter suas próprias impressões. Afinal, eu posso ser muito chato pra você e muito legal pra outras pessoas e vice-versa. Agora, se isso já aconteceu, o que você precisa fazer é procurar resgatar os primeiros pensamentos e resignificar. Transformar a forma de pensar e agir. Essa não é uma tarefa fácil, mas é possível.
Procure tomar cuidado com as pessoas com quem você conversa sobre seus relacionamentos e tome mais cuidado ainda com o que você diz pois, a partir do seu pré-conceito (ou seja, seu conceito prévio de determinada pessoa) você pode estar destruindo um relacionamento que tinha tudo pra dar certo.
Fica a dica!
Forte abraço a todos e vamos fazer esse mundo ter mais amor e menos fofoca, menos intrigas. Vamos entrar na campanha pela vida: cuide da sua e se for dar um conselho deixe passar pelas três peneiras ok?


segunda-feira, 13 de abril de 2015

De pai para filh@...

Filh@,
gostaria de deixar claro algumas questões pra você.
Sei que é difícil entender que eu te amo com tantas “cobranças” e “reclamações” que tenho feito devido a alguns de seus comportamentos.
Eu sei que você tem certa necessidade de se opor às coisas que digo ou proponho, afinal, você está querendo ter uma identidade própria e para isso precisa dizer o que pensa e sente. Sei que faz isso também quando deixa seu quarto bagunçado embora eu peça insistentemente para arrumá-lo, você quer mostrar que isso não é tão importante pra você e que tem outras questões que te incomodam mais que isso.
Sei que tem momentos que quer ficar sozinho e que qualquer palavra minha acaba te chateando, sei que muitas vezes você está com mau humor, quer ficar mudo e não quer papo comigo. Na verdade, entendo que nem sempre queira me contar suas experiências e aventuras, mas peço também que me entenda, só insisto porque me preocupo com você. Porque não quero que você passe pelo que passei. Que sofra como eu sofri.
Eu até entendo que os tempos são outros e que você me acha antiquado ou que não largo do seu pé. Mas tudo isso é cuidado. Sei que às vezes acabo errando a mão, faço em excesso, mas não pense que acho que você ainda é uma criancinha. Na verdade eu tenho é medo. Medo de que você acabe indo por caminhos tortuosos ou que possam te fazer sofrer.
Sabe, muitas vezes eu te critico, reclamo e até falo algo que te machuca, mas acredite: te considero @ melhor filh@ do mundo. Tenho um enorme orgulho de você. Só que assim como você também tenho receio de te falar essas coisas e parecer careta pra você.
Quando tinha a sua idade gostaria de dizer para meus pais o quanto eles eram importantes pra mim. Mas estava muito ocupado com minhas coisas e muitas vezes nem percebia os esforços deles para me ver feliz e tendo minhas necessidades supridas. Hoje sinto falta deles e às vezes bate um remorso por não ter falado isso pra eles. Procuro ser melhor ainda que eles, na medida do possível, para que você tenha orgulho de mim como seu pai, como sua mãe.
Não é fácil. Não é fácil ter um filho ou uma filha adolescente, na verdade é uma arte e quero te pedir ajuda para isso. Que me ajude a ser melhor pra você. Como você pode fazer isso?
Fazendo o que você tanto gostaria que eu fizesse: Me entendendo. Entenda, pelo amor de Deus, que eu não quero o seu mal ou te fazer pagar mico na frente dos seus amigos e colegas. Que eu não quero te prender em casa quando não acho legal você chegar tarde. Que não quero te controlar quando pergunto para onde vai e com quem vai estar. Que, embora eu não fale, tenho orgulho das suas conquistas. Mas acima de tudo quero que entenda uma coisa:
EU TE AMO E TUDO QUE FAÇO É PARA TE VER FELIZ E, SE MUITAS VEZES EU ERRO, SAIBA QUE ERRO QUERENDO ACERTAR COM VOCÊ!
Sucesso filh@! Estarei sempre com você no que precisar e pode contar comigo.
Escrevi este texto após uma palestra que realizei alguns dias atrás a respeito de como dar limites nos tempos de hoje, fiquei comovido com algumas mães que vieram até mim com alguns questionamentos. A partir deles tentei expressar em palavras o que pude notar com o que ouvi. Claro que é praticamente impossível esgotar tudo o que os pais gostariam de dizer aos filhos, principalmente aos que estão na adolescência, mas eis que tentei, do meu jeito é claro, descrever um pouco desses sentimentos que são sentidos por eles. Espero que tenha ajudado você de alguma forma.

Forte abraço a todos e não esqueçam que, embora muitas vezes não nos digam com palavras, aqueles que nos amam fazem de tudo para nos ver felizes.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Desistir é para os fracos, você é forte!


Insista! Insista! Insista! Insista! Insista!
Não poderia começar de outra forma esse post.
Nossa! Como tenho visto e ouvido pessoas dizendo que não agüentam mais e que querem desistir de tudo. E o meu discurso quase nunca muda quando preciso dizer algo. Acabo voltando à mesma palavra: INSISTA!
Eu sei! Há vários motivos, situações, vivências, coisas que você deve ter vivido que acabaram te ensinando que é melhor desistir do que lutar, sofrer ou coisa do tipo.
Preciso te dizer: VALE À PENA!
Não desistir vale à pena! Não se permita desistir. Você pode até parar por uns instantes. Mas que essa pausa seja para recobrar o fôlego e seguir em frente. NÃO DESISTA!
Nem tudo é fácil, mas também que graça teria se fosse? Você ainda não fez TUDO que estava a seu alcance.
Parar sim! Isso às vezes é necessário. Parar, se escutar, entender as coisas, mas logo em seguida seguir. Seguir em frente. Continuar a subida. Porque eu acredito que você não seja um covarde.
Lembre de quantas dificuldades que você já passou e que, mesmo assim, você está aí. Vivendo. Sei também que no momento você pensou em desistir, pensou que não iria agüentar, mas, olha só: Você sobreviveu! E o que tirou de lição daquilo? No mínimo você precisa perceber que você é muito mais forte do que imaginou. Você É Muito Mais do Que Acredita Ser!
Insista! Insista! Insista! Insista! Insista!

domingo, 5 de abril de 2015

Estava a um metro do ouro...

Um senhor comprou uma mina, escavou e encontrou ouro. Continuou escavando até que encontrou só terra pura, e por isso decidiu vender a mina para um minerador. Esse homem escavou a terra e, para sua surpresa, um metro depois, achou uma jazida de ouro. Daí nasceu um ditado que diz: “Estava a um metro do ouro”.
Quantas vezes você não já fez isso com nossos sonhos e planos. Por se sentir cansado simplesmente jogou tudo pra cima e desistiu? Depois de algum tempo aparece alguém que acaba fazendo o mesmo que você estava planejando e você se culpa ou até culpa o outro e o chama de invejoso. Tudo porque você não insistiu, mas “o ouro estava a um metro”.
Não permita que as dificuldades determinem os seus limites. Se você quiser chegar ao outro lado e não desistir certamente você conseguirá!
Será que você não está fazendo isso com seu relacionamento? E com o seu trabalho? Será que você está pensando em desistir do seu sonho? Será que você não precisa dar mais uma chance pra você mesmo? Insistir só um pouco mais?
Coragem! Você é mais que isso.

Um forte abraço e muito sucesso nessa caminhada!

sábado, 4 de abril de 2015

O tempo que julgamos não ter...

Antes de começar a ler deixe o vídeo carregar. Leia escutando a canção...

“Hoje, ao atender o telefone que insistentemente exigia atenção, o meu mundo desabou. Entre soluços e lamentos, a voz do outro lado da linha me informava que o meu melhor amigo, meu companheiro de jornada, meu ombro camarada, havia sofrido um grave acidente, vindo a falecer quase que instantaneamente.
“Lembro de ter desligado o telefone, e caminhado a passos lentos para meu quarto, meu refúgio particular. As imagens de minha juventude vieram quase que instantaneamente a mente. A faculdade, as conversas em volta da lareira até altas horas da noite, os amores não correspondidos, as confidencias ao pé do ouvido, as colas, a cumplicidade, os sorrisos. – Ahh, os sorrisos – como eram fáceis de surgir naquela época. Lembrei da formatura, de um novo horizonte surgindo, das lágrimas e despedidas, e principalmente, das promessas de novos encontros.
“Lembro perfeitamente de cada feição do melhor amigo que já tive em toda a vida: em seus olhos a promessa de que eu nunca seria esquecido. E realmente, nunca fui. Perdi a conta das vezes em que ele carinhosamente me ligava quando eu estava no fundo do poço. Ou das mensagens – que nunca respondi – que ele constantemente me enviava, enchendo minha caixa postal eletrônica de esperanças e promessas de um futuro melhor. Lembro que foi o seu rosto preocupado que vi quando acordei de minha cirurgia para retirada do apêndice. Lembro que foi em seu ombro que chorei a perda de meu amado pai. Foi em seu ouvido que derramei as lamentações do noivado desfeito.
“Apesar do esforço para vasculhar minha mente, não consegui me lembrar de uma só vez em que tenha pego o telefone para ligar e dizer a ele o quanto era importante para mim contar com a sua amizade. Afinal, eu era um homem muito ocupado. Eu não tinha tempo. Não lembro de uma só vez em que me preocupei de procurar um texto edificante e enviar para ele, ou qualquer outro amigo, com o intuito de tornar o seu dia melhor. Eu não tinha tempo.
“Não lembro de ter feito qualquer tipo de surpresa, como aparecer de repente com uma pizza e um coração aberto disposto a ouvir. Eu não tinha tempo. Não lembro de qualquer dia em que eu estivesse disposto a ouvir os seus problemas. Eu não tinha tempo. Acho que eu nunca sequer imaginei que ele tinha problemas.
“Só agora vejo com clareza o meu egoísmo. Talvez – e este talvez vai me acompanhar eternamente – se eu tivesse saindo de meu pedestal egocêntrico e prestado um pouco de atenção e despendido um pouquinho do meu sagrado tempo, meu grande amigo não teria bebido ate não agüentar mais e não teria jogado sua vida fora ao perder o controle de um carro que com certeza, não tinha a mínima condição de dirigir.
“Talvez, ele, que sempre inundou o meu mundo com sua iluminada presença, estivesse se sentindo sozinho. Ate mesmo as mensagens engraçadas que ele constantemente deixava em minha secretaria eletrônica, poderiam ser seu jeito de pedir ajuda. Aquelas mesmas mensagens que simplesmente apaguei da secretaria eletrônica, jamais se apagarão da minha consciência.
“Estas indagações que inundam agora o meu ser nunca mais terão resposta. A minha falta de tempo me impediu de responde-las. Agora, lentamente escolho uma roupa preta – digna do meu estado de espirito – e pego o telefone. Aviso o meu chefe de que não irei trabalhar hoje – e quem sabe nem amanha, nem depois …. -, pois irei tirar o dia para homenagear com meu pranto a uma das pessoas que mais amei nesta vida.
“Ao desligar o telefone, com surpresa eu vejo, entre lagrimas e remorsos, de que para isto, para acompanhar durante um dia inteiro o seu corpo sem vida, eu tive tempo!”
Já fazem muitos anos que escrevi este desabafo no diário de minha vida. Em parte para aliviar a dor que acoitava minha alma. Hoje estou casado, tenho dois filhos e todo o tempo do mundo. Descobri que se você não toma as rédeas da sua vida o tempo o engole e escraviza. Trabalho com o mesmo afinco de sempre, mas somente sou “o profissional” durante o expediente normal. Fora dele, sou um ser humano.
Nunca mais uma mensagem da minha secretaria eletrônica ficou sem pelo menos um “oi” de retorno. Procuro constantemente encher a caixa eletrônica dos meus amigos com mensagens de amizade e dias melhores. Escrevo cartões de aniversario e de Natal, sempre lembrando as pessoas de como elas são importantes para mim. Abraço constantemente meus irmãos e minha família, pois os laços que nos unem são eternos. Acompanhei cada dentinho que nasceu na boquinha de meus filhos, o primeiro passo, o primeiro sorriso, a primeira palavra. São momentos inesquecíveis. Procuro sempre “fugir” com minha esposa e voltar aos tempos em que éramos namorados e prometíamos desbravar o mundo.
Esses momentos costumam desaparecer com o tempo, e todo o cuidado é pouco. É preciso cultivar o relacionamento como uma frágil flor que requer cuidados constantes, mas que te brinda com sua beleza inenarrável. Nunca mais deixei um amigo sem uma palavra de conforto; ou um inimigo sem uma oração. Distribuo sorrisos e abraços a todos que me rodeiam – afinal, para que guardá-los? -. Pelo menos uma vez por mês, levo minha família a praia. Carrego a certeza de que sempre terei tempo para o amor e suas formas mais variadas.
E sabe de uma coisa? Eu sou muito, muito mais feliz!"

Este texto mudou a minha vida e desejo que mude a sua também e que, a partir de hoje, possamos avaliar nosso comportamento e dar mais tempo às pessoas. Homenagem se faz em vida para que o homenageado saiba a importância que tem em nossa vida.
Um forte abraço em todos os meus amigos!

Perca peso sem fazer nada...


Não é conversa fiada!
Você pode realmente perder até 15 quilos em um mês sem fazer nada!
Quer saber o segredo? Eu te conto.
Você não precisa fazer nada! Absolutamente nada!
É só não fazer exercícios, não comer nada, não beber nada, não mudar nada na sua vida!
Simples não é?
Alguns “especialistas” afirmam que você pode perder até mais de 15 kg, que maravilha não? Você vai perder mais de quinze quilos, alguns centímetros da cintura, quadril, coxa, vai perder a cor, vai perder a saúde e, por fim, vai perder a vida.
Tome vergonha na cara! Má rapá...
É interessante como todos queremos conseguir coisas extraordinárias em nossas vidas e, ao mesmo tempo, não queremos despender nenhum esforço para conseguir isso.
Mas a vida não é assim! Para conseguir vitória é preciso de batalha, para ser vencedor é preciso competir, na maioria das vezes competir consigo mesmo.
Desistimos muito facilmente dos nossos sonhos. No primeiro obstáculo que aparece já enxergamos 1000000 de motivos para desistir. Mas eu te garanto: Resista, persista, e a Vitória é certa. Que sabor tem a vitória para aquele que não se esforça? Qual a emoção de cruzar a linha de chegada para aquele que não correu todos os 10 km da corrida?
Elabore um plano de ação. Tenha fé em si mesmo. Fuja das pessoas negativas que tentam te desmotivar e te fazer desistir. Use a lei do 20/80. Supere-se a cada dia. Presenteie-se. Repita os passos que deram certo. Tenha um modelo em quem se inspirar. Siga até o fim. Seja um Vencedor.

Um forte abraço e coragem, a vitória é certa para os que não desistem!

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Crises: De lagarta a Borboleta...

Estamos vivendo em tempos de crise: crise financeira, crise política, crise de valores, crises.
Mas a crise da qual me refiro no título deste post não é nenhuma dessas. Falo da crise que vivenciamos no nosso íntimo, uma crise subjetiva, uma crise transformadora.
Todos nós vivemos crises, isso é fato! Quando? São aqueles momento em que nos vemos sem saída, sem saber por onde caminhar ou pra onde olhar.
O fato é que podemos sofrer e desistir de tudo em meio à crise ou podemos usá-la a nosso favor e crescer. Aliás, acredito que toda crise sirva de ensinamento para nós. São elas que nos fazem crescer de verdade. São elas que causam as verdadeiras transformações na sua vida.
Já reparou como relacionamentos mudam após um período de crise? Podem mudar tanto pra melhor quanto para pior. Mas é de certo que muda. Tudo depende da porcentagem!
Não entendeu nada não foi? Tudo bem, eu explico, é facinho.
Bernado Stamateas (escritor, graduado em Psicologia e Teologia) chama isso de Lei do 20/80. Ele diz que não podemos investir 80% do nosso tempo pensando no problema e apenas 20% na resolução do mesmo. Devemos investir 20% no problema e 80% do nosso tempo na solução.
Acontece que, de nada adiantará ficar perdendo tempo demais só pensando no problema afinal, isso não diminuirá ou resolverá. Servirá apenas para nos deixar mais estressados, desmotivados, depreciados. Precisamos pensar: O que DEVO fazer para resolver? (Observe que eu não disse “POSSO” e sim “DEVO”). Quando pensamos “posso” criamos em nós uma possibilidade, ou seja, posso fazer isso ou não. Quando digo “devo” é porque não podemos ficar apenas cogitando possibilidades, precisamos tomar as rédeas da situação e resolver o que tiver de ser resolvido, sem medo.
Devemos aprender a administrar as crises que vivemos. Tirando delas o melhor.
Acredite, independente da crise que você esteja passando neste momento ela vai passar. Mas não permita que ela apenas passe, use-a a seu favor. Aprenda. Transforme-se. Modifique-se. As maiores idéias surgem no momento de crise. É nesse momento que podemos perceber o tamanho do nosso potencial. 
A título de comparação, seria como a metamorfose que a lagarta sofre. 
Toda borboleta antes de poder voar livre, suave, leve e docemente, antes de ser uma linda borboleta, era uma lagarta. Essa lagarta passou por uma transformação, uma crise. Para resumir acontece assim:
Após atingir a fase de pupa, depois de várias mudanças de pele, o animal usa uns fios de seda (que começaram a ser produzido enquanto passava pela fase de lagarta) para construir um casulo. A larva fica em total repouso por um período que varia de uma semana a um mês e os tecidos do seu corpo vão se modificando. Quando a borboleta está pronta... Tcharan... Ela rompe o casulo e libera suas asas. (Fonte: Revista Mundo Estranho)
Entendeu?
Você com certeza não será a mesma pessoa, mas também é certo que terá um potencial muito maior do que o que tinha antes dela. A crise é nossa amiga, se assim desejarmos e dela fizermos um degrau a mais para alcançar o topo da vida.
Pare um pouco diante desta crise. Entre no seu casulo. Respire. Se permita ficar só por uns instantes. Deixe a crise te transformar e, só então, “rompa o casulo”. Resolva! Mude! Voe! Prefira ser essa metamorfose ambulante! Você nasceu pra vencer!

Forte abraço e sucesso nessa transformação!

Nascidos para brilhar, eis o nosso medo!

“Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é não saber que nós somos poderosos, além do que podemos imaginar.
É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta.
Nós nos perguntamos: ‘Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?’
Na verdade, quem é você para não ser?
Você pensando pequeno, não ajuda o mundo. Não há nenhuma bondade em você se diminuir, recuar, para que os outros não se sintam inseguros (ou menores) ao seu redor.
Todos nós fomos feitos para brilhar, como as crianças.
Enquanto permitimos que nossa luz brilhe, nós, inconscientemente, damos permissão a outros para fazerem o mesmo.
Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará os outros.”

Esse texto que, segundo algumas fontes, foi escrito por Nelson Mandela e é um trecho do filme Coach Carter descreve perfeitamente o receio que muitos de nós temos diante da vida. O medo de ser FABULOSO, de BRILHAR, de ser GENIAL.
Mas talvez você esteja aí me perguntando: “Esse cara ta maluco. Quem em sã consciência não iria gostar de ser maravilhoso, de ser notado, de ser talentoso?”
E eu te digo que você não tem idéia do quanto praticamente todos nós em alguns momentos fazemos isso e te dou um exemplo muito claro:
Lembra daquele dia, na escola mesmo, em que a professora fez uma pergunta e que você sabia a resposta, mas ninguém da sala levantou a mão? O que você fez? Certamente também ficou calado, mesmo sabendo a resposta. Por que? Pra não ser visto como um “diferente”, o CDF, o sabidão, etc, etc, etc. Corrija-me se eu estiver errado ok?
Infelizmente, a maioria de nós fazemos isso. São poucos os que têm coragem pra seguir adiante e mostrar o seu brilho e a esses chamamos de famosos, grandiosos, vitoriosos.
Mas qual a diferença deles pra você?
Não seria apenas o fato deles se permitirem brilhar sem medo do que poderia causar nos outros?
O que tem em comum entre Michael Jordan, Michael Jackson, Ayrton Senna, Pelé, Elis Regina, Albert Einstein, dentre tantas outras personalidades? Eles foram adiante. Eles se permitiram brilhar. Não estavam preocupados se iriam ou não causar um sentimento de inferioridade em outras pessoas devido à sua genialidade, ao seu brilho. Eles apenas queriam brilhar. E brilharam, muito, por sinal. E a partir deles surgiram outros desejando o mesmo feito. Surgiu um tal de Ronaldinho, uma tal de Maria Rita, Oscar Schmidt... Todos se inspirando em seus ídolos, aqueles que brilharam antes deles. E o que aconteceu? Venceram medos, superaram dificuldades, seguiram em frente e... Brilharam também.
Mas o belo disso tudo é que, mesmo depois de muito tempo, eles continuam inspirando a muitos e ajudando muitas pessoas a se superarem e vencerem.
E você continua em “silêncio” para não fazer os outros se sentirem menores?
Faça aquilo que seu coração pede. Permita-se brilhar no seu trabalho. Seja o melhor na sua escola. Busque o topo! Não desista! Vença! Deixe que seu brilho seja tão intenso a ponto de ser irradiado por muitos e muitos anos, séculos até, por que não? Medo de que? De ser extraordinário?
Meu desejo? É esse! Brilhar. Brilhar muito. Por isso não me canso. Não significa que não tenho tropeços, quedas, dificuldades. Mas uso cada uma delas como degrau para alcançar o topo. Aquele número 1 reservado para os vencedores, para aqueles que não se deixaram apagar pelos que querem viver na mediocridade. E, à medida que você seguir em frente, até estes desejarão sair do seu estado de paralisia e buscarão caminhar, correr, vencer. Assim teremos um mundo de vencedores!

Um forte abraço e sucesso, você nasceu pra isso!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Enfiando o pé na jaca...


Ah, vá! Vai me dizer que sua vida ta meio sem graça, ou como dizem, uó?!
Só posso te dizer uma coisa: SÓ LAMENTO!
Mas, calma, não estou te dando o ultimato. Ainda tem jeito! Ainda...
Não está tudo perdido pra você.
Talvez você já tenha feito uma reflexão do tipo: Fulano não trabalha, não estuda, mas está sempre sorrindo e curtindo a vida!
Meu caro, minha cara, existe uma arte. A arte de viver a vida. E talvez você não a conheça. Talvez até conheça, mas, por diversos motivos só seus, você não está sabendo apreciá-la.
Acontece que Fulano, mesmo sem ter trabalho ou estudo, sabe aproveitar a vida, tirar dela o melhor.
Agora pense comigo:
Se Fulano que, pelo menos na idéia equivocada da maioria, não teria condições pra curtir, por que você que tem não está fazendo isso?
Falta-lhe apenas uma coisa:
Aprender a “enfiar o pé na jaca”! “Se jogar”! “Se permitir”!
Talvez seu relacionamento esteja uma porcaria, seus amigos são a tv, o computador e o celular. Triste não?
Parece até brincadeira, mas muitos vivem assim e acham que realmente vivem.
Costumo dizer que vida foi feita pra ser vivida e não sobrevivida. Ou seja, pra ser aproveitada e não desperdiçada ou perdida.
Arrisque! Aproveite! Surpreenda! PelamordeDeus Viva!
Sabe aquele dia em que você pensa em fazer algo novo com sua namorada ou namorado?
Aquele dia que pensa em sair com os amigos?
Aquele momento em que pensa em ligar pra uma pessoa que gosta muito?
Aquele abraço que você quis pedir pra alguém?
O filme que você quis assistir sozinho ou sozinha?
Aquele presente que você quis dar mesmo sem ser aniversário?
Aquele presente que você quis se dar?
Responda com sinceridade:
O que te fez desistir de fazer essas coisas?
Você irá procurar mil respostas, motivos, situações que impediram a realização desses acontecimentos mas, na verdade, existe apenas um motivo. O motivo mais óbvio e traiçoeiro. Sabe qual foi a maior besteira que você fez?
Você PENSOU!
Muitas das alegrias que poderíamos ter ou fazer alguém sentir é solapada por aquilo que nos difere dos animais irracionais (dizem hehehe), nós pensamos. E está aí o que precisamos aprender: Não pensar!
Nossa mente fica procurando variáveis, respostas, faz inferências, interferências, tenta prever, simplesmente porque o novo assusta e, como não sabemos o que pode acontecer, ela acaba nos impedindo. Nosso inconsciente encontra rapidamente uma situação parecida com aquela, principalmente as que deram errado, e isso nos travará. Por isso é real e verdadeiro quando dizem que “pensar demais faz desistir”.
O pior é quando somos pessimistas, aí “ferrou”. Nesses casos as respostas para as nossas indagações serão sempre negativas ou previsões que nos afirmarão que tudo irá dar errado e acabaremos por sofrer.
Vamos procurar ter uma mente mais aberta? Vamos exercitar o ócio de vez em quando? Vamos arriscar nas relações? Vamos tentar pelo menos?
Façamos como os grupos de apoio aos usuários de drogas, digamos SÓ POR HOJE!
Pelo menos uma vez nos permitamos aproveitar a vida sem pensar no que vão dizer ou o que podem pensar. Claro, não estou dizendo aqui que devemos viver irresponsavelmente, mas que de vez em quando precisamos nos permitir viver sem sermos réus de nós mesmos, dos nossos pensamentos, dos nossos pré-conceitos e julgamentos. Vamos encher nosso inconsciente de momentos bons, de surpresas agradáveis. Assim, da próxima vez que você resolver fazer algo, mesmo que pense, ele mesmo nos mostrará que pode dar certo, que pode ser muito bom!
Como diz Ana Carolina: “Você pode enfiar o pé na jaca, só não pode andar com a jaca no pé.”
Arrisque! Aproveite a vida! Carpe Diem!

Um forte abraço e sucesso nesse novo momento...

Saindo da escuridão...

Imagine um grupo de pessoas que habita o interior de uma caverna subterrânea, estando todas de costas para a entrada da caverna e acorrentadas pelo pescoço e pés, de sorte que tudo o que vêem é a parede da caverna.
Atrás delas ergue-se um muro alto e por trás desse muro passam figuras de formas humanas sustentando outras figuras que se elevam para além da borda do muro. Como há uma fogueira queimando atrás dessas figuras, elas projetam sombras na parede da caverna. Assim, a única coisa que as pessoas da caverna podem ver é este “teatro de sombras”. E como essas pessoas estão ali desde que nasceram, elas acham que as sombras que vêem são a única coisa que existe.
Imagine agora que um desses habitantes da caverna consiga se libertar daquela prisão. Primeiramente ele se pergunta de onde vêm aquelas sombras projetadas na parede da caverna. Depois consegue se libertar dos grilhões que o prendem. E o que acontece quando ele se vira para as figuras que se elevam para além da borda do muro?
Primeiro, a luz é tão intensa que ele não consegue enxergar nada. Depois, a precisão dos contornos das figuras, de que ele até então só vira as sombras, ofusca a sua visão. Se ele conseguir escalar o muro e passar pelo fogo para poder sair da caverna, terá mais dificuldade ainda para enxergar devido à abundância de luz. Mas depois de esfregar os olhos, ele verá como tudo é bonito. Pela primeira vez verá cores e contornos precisos; verá animais e flores de verdade, de que as figuras na parede da caverna não passam de imitações baratas. Suponhamos, então, que ele comece a se perguntar de onde vêm os animais e as flores. Ele vê o Sol brilhando no céu e entende que o Sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede. Agora, o feliz habitante das cavernas pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas as outras pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna não lhe saem da cabeça. E por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, ele tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de trêmulas imitações da realidade. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe; é a única verdade que existe; é a realidade. Por fim, acabam matando aquele que retornou para dizer-lhes um monte de "mentiras". 

Pois é! Acredito que esta adaptação da Alegoria da Caverna, escrita por Platão na obra A República (livro VII), é como uma metáfora do que acontece com aqueles que buscam a psicoterapia ou uma forma de conhecer-se mais profundamente, de ir além.
O fato é que, aqueles que buscam um auto-conhecimento dificilmente conseguiram retornar à forma de antes. O fruto do conhecimento obtido é transformador, libertador. É como diz Jo 8, 32: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará!”.
E é aí que se situa a importância do auto-conhecimento, do aprofundamento em si mesmo. Porque, à medida que você se conhece, você passar a ter uma visão diferente das coisas, dos outros, do mundo que te cerca.
É possível, a partir daí, exercer a empatia tão necessária, porém tão desprezada, nas nossas relações, porque passamos a ver as situações “com outros olhos”.
Os pré-conceitos deixam de existir, a caridade começa a se fazer presente, começamos a perceber que as coisas não são as coisas em si. Tudo tem perspectivas. Não dá pra ver as coisas apenas por uma ótica. A vida é muito mais do que aquilo que nos contam ou o que vemos. É necessário sentir as coisas, viver essas coisas, perceber.
Quantos de nós não estamos tão envolvidos nas coisas que nos esquecemos de perceber as pessoas. Olhamos mas não vemos o outro. Não o sentimos. Não entendemos suas ações.
Muitas vezes um choro é um pedido de socorro. Mas algumas vezes o sorriso forçado é este mesmo pedido. Tudo dependerá da nossa sensibilidade.
A nossa sociedade é permeada de violência, crueldade, e muitos outros comportamentos e ações que tentam de todas as formas nos englobar e tornarmos iguais. Mas, uma vez que conhecemos uma outra perspectiva, um olhar novo e mais apurado, um olhar de verdade, é possível nos permitirmos ser tomados por essas realidades? É realmente interessante ser aprisionado pela caverna atual em que vivemos que pode ser representada pela televisão e suas mentiras, enganações e manipulações?
Não podemos pensar e agir como seres evoluídos de fato? Ou iremos nos deixar levar pela massa?
Acredito que o cerne de toda a decadência (alguns chamam de evolução) em que vivemos está aí: no querer ser igual, independente de como seja, quando o diferente é minoria, embora seja o melhor caminho.

Um forte abraço cheio de paz!

Rir é o melhor remédio...

Em uma cidade do interior, em uma família muito tradicional, a filha diz para a mãe:
- Mãe, mamãe! Meu noivo me seduziu e eu não sou mais virgem!
- Então corte um limão e chupe.
- Mas o limão vai devolver minha virgindade?
- Não. Mas vai fazer sumir esse ar de felicidade que está estampado na sua cara.

E no supermercado...
- Olha filho, encontrei uma latinha com o seu nome.
- Eu te odeio pai.
- Não seja mal criado Mucilon.

A professora dava uma aula onde explicava aos garotos o que significava “dedução”.
Após demorada e detalhada explicação perguntou aos alunos:
- Fabinho. Me dê um exemplo de dedução.
- Ok professora. Ontem, quando cheguei em casa, olhei na garage e só vi o jaguar, então eu deduzi que meu pai foi trabalhar de Rolls Royce.
- Muito bem Fabinho. Agora você Paulinho. Me dê outro exemplo de dedução.
- É professora, eu também cheguei em casa e vi que o Honda do papai estava na garagem, então deduzi que meu pai foi trabalhar de ônibus.
- Muito bem Paulinho. Agora você Joãozinho, me dê outro exemplo.
- Professora, ontem quando cheguei em casa vi minha vó entrando no banheiro ccom o jornal debaixo do braço. Aí eu deduzi: “Deve ter ido cagar, porque não sabe ler!”

Talvez você não tenha idéia do que aconteceu quando esboçou esse riso ou deu uma risada gostosa lendo as piadas acima. E eu não poderia começar este post de outro jeito. Vamos falar do riso?
Pra começar vamos deixar claro que risada e humor são coisas diferentes. O riso é a resposta fisiológica ao humor. A risada consiste em duas partes: um conjunto de gestos e a emissão de um som. Quando rimos o nosso cérebro nós faz realizar essas duas partes simultaneamente.
Quando rimos muito, quando damos aquela gargalhada gostosa, é como se estivéssemos fazendo exercício. Na verdade estamos de fato fazendo isso. Quinze músculos faciais se contraem, a pressão sanguínea abaixa e há um aumento da oxigenação do sangue. A risada fornece ao nosso diafragma e abdômen, aparelho respiratório, face, pernas e músculos das costas uma verdadeira sessão de ginástica.
Até o nosso sistema imunológico são beneficiados com as sessões de risos. A risada reduz os níveis de alguns hormônios do estresse como o cortisol e a epinefrina (adrenalina).
Alguns estudos dizem que pessoas que sofreram infarto do miocárdio riram 40% menos do que as pessoas que não infartadas.
Isso já seria o suficiente não é mesmo? Mas, segundo estudos, o riso pode ainda beneficiar pessoas com:
Alergias – reduzindo reações cutâneas e alergenos (agentes capazes de produzir alergia);
Asma e Bronquite – reduzindo a hiperinflação dos pulmões em pacientes graves e muito graves de doença pulmonar;
Dor – o riso aumenta os limites de tolerância a dor. Ele também eleva os níveis de endorfinas, os analgésicos naturais do corpo;
Ajuda na perda de peso – o riso aumenta entre 10% e 20% o consumo de energia. Rir 10 vezes equivale a 10 minutos de remo ou 15 minutos de bike, segundo pesquisadores.
Além disso pode ajudar no tratamento para depressão, eczema, diabete, entre outros.
Quando estamos rindo, as células matadoras naturais que destroem tumores e vírus aumentam, assim como uma proteína que ataca as doenças, o interferon gama (parece até nome de X Man hehehe), as células T, parte mais importante da resposta imunológica e as células B que produzem os anticorpos.
O riso também é também um sinal social, estudiosos dizem que as pessoas riem 30 vezes mais em eventos sociais do que quando estão sozinhas.
Então, vamos rir mais! Faz bem pra mente e pro coração, elem de várias outras partes do corpo, como você pôde ver.
Descubra o que te faz rir e faça isso de propósito, esteja cercado de pessoas engraçadas, desenvolva seu senso de humor.
Acredito até que o riso deixa as pessoas mais bonitas. Você não concorda?

Portanto, ria, ria muito, gargalhe! Desde essa risada não seja às custas dos outros.
Forte abraço e um sorriso largo pra você!